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sábado, 5 de janeiro de 2013

Inspire-se Poesia

Me lembro da minha avó dizendo esse trechinho:


Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

É um trecho da poesia Meus Oito Anos, de Casemiro de Abreu, na época em que minha avó recitava esse trechinho pra mim eu tinha apenas 4 anos, mas me lembro de cor toda a poesia, por que fiquei curiosa para saber o resto, e hoje ao ler ou lembrar dos trechos me da saudades da infância  do tempo despreocupado, das tardes gostosas de brincadeiras na rua, de amigos de pés descalços  O tempo passa rápido demais e só percebemos o quão bom foi nossa infância quando ela já está la longe... ai nesse momento, percebemos quanta coisa boa vivemos, quanto aprendemos. Lembro com saudades dos meus amigos de rua, de escola, das pessoas que um dia fizeram parte da minha vida, e foram importantes para mim, e hoje são pessoas tão diferentes mudadas, focadas no dia a dia que não tem tempo de lembrar de velhos amigos, de velhas brincadeiras, de lembranças gostosas de dias de pés descalços correndo e gritando alegres na rua.
As vezes me parece que aquele tempo era um tempo magico, mas também quem pode dizer o contrario?

Para quem desejar conhecer toda a poesia de Casemiro de Abreu, Meus Oito Anos clique aqui!!!

2 comentários:

  1. Olá
    Obrigada por passar no blog
    adorei a poesia e concordo é muito bom relembrar os momentos bons da vida

    acessoriostalisma.blogspot.com.br

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  2. É uma poesia muito bonita mesmo. Os tempos da infância eram incríveis mesmo... saudades até hoje. Acho que pra sempre!
    Beijão

    ResponderExcluir

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